Aptabit Explicada
As perguntas difíceis, respondidas por escrito.
Uma série sobre como a nossa plataforma funciona por dentro, o que ela garante por arquitetura e onde estão os seus limites.
A série
Cada peça responde a uma objeção que aparece em toda avaliação, na ordem em que costuma aparecer.
Peça 1
A Aptabit não vê os seus dados
Por que essa frase só vale alguma coisa quando é consequência da arquitetura, e não uma cláusula de contrato.
Peça 2
Modelo local é pior?
Por que a comparação que decide é entre o modelo e a tarefa, e não entre dois lugares em um ranking público.
Peça 3
Onde a IA roda
Por que essa frase descreve quatro arranjos diferentes, com custos diferentes, e não uma única forma de instalar software.
Peça 4
O que a lei exige e o que a arquitetura resolve
Por que rodar dentro de casa tira de cena uma classe de problema, e não a decisão de conformidade que continua sendo da organização.
Peça 5
Por que não cobramos por usuário nem por token
Por que o modelo de cobrança determina o comportamento da organização depois da compra, e não é apenas um item da negociação comercial.
Peça 6
O que acontece quando o contrato acaba
Por que a continuidade de um sistema em produção precisa ser uma propriedade da arquitetura, e não o resultado de uma renovação anual.
Ficou uma pergunta que a série não responde?
Mande a pergunta para o nosso time. As que mais se repetem viram peças desta série.